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  • 2002 o BRASIL É PENTA
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2002 o BRASIL É PENTA

CÓD.: 516

Outros detalhes

Assunto :
Futebol, Copa do Mundo, Seleção Brasileira
ISBN :
978-65-89344-54-4
EAN:
978658934454
NCM:
49011000
Edição :
Idioma :
Português
Acabamento:
Brochura Fosco/Verniz UV de Relevo
N. de Págins :
296
Ano da Publicação :
2026
Principais Características:
Chegou a hora de contar a história da quinta estrela da seleção nacional: com percalços, desafios e superações, foi uma vitória heroica, conquistada durante as madrugadas frias em boa parte do território brasileiro, no mês de junho de 2002.
Status:
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Apresentação


A palavra hegemonia resume bem o significado da conquista
brasileira da Copa de 2002, oito anos depois do tetracampeonato, nos
Estados Unidos. Desde o primeiro mundial, em 19301, nunca uma seleção
tinha conseguido abrir dois títulos de vantagem sobre os adversários,
no caso Itália e Alemanha que, na época, possuíam três conquistas.
O pentacampeonato foi a última vitória expressiva do Brasil que, em
2026, só poderá ser igualado por Alemanha ou Itália, tetracampeãs. Ou
seja, serão quase três décadas de uma liderança incontestável no futebol
do planeta, apesar das grandes decepções das últimas cinco Copas,
como a malfadada derrota para os alemães, por 7 a 1, em 2014.
A cultura esportiva brasileira é realmente cruel: a seleção do penta
parece ser mais reverenciada no exterior do que aqui no país. O objetivo
deste livro é mostrar que essa equipe deve ser motivo de orgulho para
os fãs do futebol bonito e bem jogado. Das cinco conquistas brasileiras,
as equipes de 1970 e 2002 são as únicas que venceram todos os jogos,
algo que apenas o Uruguai, em 1930, e a Itália, em 1938, conseguiram.2
1. Ano da primeira Copa do Mundo, no Uruguai.
2. Vale lembrar que Uruguai e Itália chegaram ao título depois de quatro partidas. Em 1970, a
campanha tinha seis jogos e, desde 1974, para vencer a Copa, é necessário disputar sete duelos.
Em 2026, passam a ser oito jogos.
As seleções do tri e do penta também são as mais ofensivas entre as
cinco campeãs: a de 70 marcou dezenove gols em seis jogos, e a de 2002
fez dezoito em sete partidas. Com Ronaldo Fenômeno, que marcou oito
gols, a equipe nacional voltou a ter o artilheiro da Copa depois de décadas.
A história do mundial de 2002 também é marcada pela superação
pessoal do camisa 9 do Brasil, que foi do inferno ao céu: da derrota para a
França, na final de 1998, passando pelas gravíssimas contusões no joelho,
que quase o inviabilizaram para o futebol, até a volta por cima na conquista
do pentacampeonato, com direito a dois gols na finalíssima contra
os alemães. Ronaldo repetiu o feito de Pelé, que na decisão de 1958,
diante da Suécia, balançou as redes adversárias duas vezes.
Aquele mundial também é lembrado pelos brasileiros por causa
da diferença de fuso em relação à Ásia. O duelo contra a Inglaterra, por
exemplo, pelas quartas de final, começou às 3h30 (horário de Brasília).
Os fanáticos por Copa, que sempre assistem a todos os jogos, penaram
para ficar acordados. Muita gente colocava o despertador, mas, às vezes,
não acordava ou voltava a pegar no sono no meio das partidas. Posso
dar um testemunho pessoal de que não era fácil.
Em 2002, já formado em jornalismo, eu trabalhava havia seis
anos na Eldorado (emissora do Grupo Estado), rádio que não tinha
cobertura de futebol. Dos estúdios, em São Paulo, eu participava do
Eldorado Esporte, apresentado pelo querido amigo Ary Pereira Júnior, e
trazia durante o programa curiosidades sobre as Copas. Fora isso, acompanhei
o mundial na Ásia como mais um dos 180 milhões de brasileiros
que torceram muito pela seleção e para o trio Ronaldo, Ronaldinho e
Rivaldo. A imagem do capitão Cafu, que quebrou o protocolo ao subir
em um pedestal para receber a taça de campeão, marcou-me para
sempre. O brilho nos olhos do camisa 2 deve servir de exemplo para o
futebol brasileiro voltar a vencer.
Chegou a hora de contar a história da quinta estrela da seleção
nacional: com percalços, desafios e superações, foi uma vitória heroica,
conquistada durante as madrugadas frias em boa parte do território
brasileiro, no mês de junho de 2002.
Thiago Uberreich/novembro de 2025.

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